Diretor do Sebrae alerta para a oportunidade que o País tem de qualificar melhor os pequenos negócios e aumentar sua competitividade
Da Agência Sebrae de Notícias
“O futuro dos pequenos negócios depende, em grande parte, do encadeamento produtivo, que vai crescer dentro e fora do País.” A declaração foi feita nesta segunda-feira (25), pelo diretor-técnico nacional do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao destacar que não se trata de modismo e sim de um salto qualitativo num processo que envolve muitos parceiros.
Ele abordou o tema na abertura da 1ª turma de Formação de Gestores e Consultores em Encadeamento Produtivo, que acontece até o próximo dia 29, em Brasília (DF). Na platéia, gestores do Sistema Sebrae de 13 estados e do Distrito Federal, além de consultores e parceiros da instituição.
“É um processo muito complexo, requer muito trabalho, não é fácil nem trivial”. O Sebrae, segundo Carlos Alberto, deu uma grande contribuição à formalização de trabalhadores por conta própria, à melhoria na gestão das empresas e na abertura de novos negócios. “Aqui, muda a qualidade”, disse ao destacar que uma empresa de pequeno porte certificada para atender à demanda de uma grande empresa terá condições de competitividade no Brasil e no exterior.
Para isso, prosseguiu, não se pode permanecer com a visão dos pequenos negócios descolada do restante da atividade empresarial. “É preciso o entendimento de que a economia é uma só”, disse Carlos Alberto, ao questionar a falsa percepção de uma dicotomia predominante entre grandes e pequenas empresas. Há problemas estruturais para os quais haverá solução somente se forem tratados no âmbito das políticas públicas. No dia a dia, é o mercado que demanda e orienta a ação das empresas, acrescentou o diretor do Sebrae.
O desafio, conforme Carlos Alberto, está em “caminhar para o padrão de país desenvolvido”. Há condições para o País evoluir no atual ciclo de desenvolvimento sustentado, uma vez que não faltarão energia e as restrições relacionadas ao balanço de pagamentos foram superadas, o que favorece a expansão da economia brasileira no contexto mundial.
Hoje, as pequenas empresas respondem por 52% dos empregos e por 20% do PIB. Na Itália, por exemplo, elas garantem 68,5% dos empregos e 55,6% do PIB. O crescimento da economia brasileira com a geração de mais emprego e renda é bem-vindo a toda a sociedade, mas o País ainda precisa garantir ganhos de produtividade, à exemplo de países como Alemanha, Suécia, Holanda, Portugal, Espanha e Grécia.
O encadeamento produtivo é uma resposta viável para que as empresas brasileiras de pequeno porte se tornem mais competitivas. “Com certificados de qualidade e segurança jurídica para fornecer às grandes empresas, como a Petrobras, aquelas de pequeno porte terão padrão de qualidade que as qualificarão com fornecedoras em qualquer parte do planeta”, prevê o diretor do Sebrae.
Ele abordou o tema na abertura da 1ª turma de Formação de Gestores e Consultores em Encadeamento Produtivo, que acontece até o próximo dia 29, em Brasília (DF). Na platéia, gestores do Sistema Sebrae de 13 estados e do Distrito Federal, além de consultores e parceiros da instituição.
“É um processo muito complexo, requer muito trabalho, não é fácil nem trivial”. O Sebrae, segundo Carlos Alberto, deu uma grande contribuição à formalização de trabalhadores por conta própria, à melhoria na gestão das empresas e na abertura de novos negócios. “Aqui, muda a qualidade”, disse ao destacar que uma empresa de pequeno porte certificada para atender à demanda de uma grande empresa terá condições de competitividade no Brasil e no exterior.
Para isso, prosseguiu, não se pode permanecer com a visão dos pequenos negócios descolada do restante da atividade empresarial. “É preciso o entendimento de que a economia é uma só”, disse Carlos Alberto, ao questionar a falsa percepção de uma dicotomia predominante entre grandes e pequenas empresas. Há problemas estruturais para os quais haverá solução somente se forem tratados no âmbito das políticas públicas. No dia a dia, é o mercado que demanda e orienta a ação das empresas, acrescentou o diretor do Sebrae.
O desafio, conforme Carlos Alberto, está em “caminhar para o padrão de país desenvolvido”. Há condições para o País evoluir no atual ciclo de desenvolvimento sustentado, uma vez que não faltarão energia e as restrições relacionadas ao balanço de pagamentos foram superadas, o que favorece a expansão da economia brasileira no contexto mundial.
Hoje, as pequenas empresas respondem por 52% dos empregos e por 20% do PIB. Na Itália, por exemplo, elas garantem 68,5% dos empregos e 55,6% do PIB. O crescimento da economia brasileira com a geração de mais emprego e renda é bem-vindo a toda a sociedade, mas o País ainda precisa garantir ganhos de produtividade, à exemplo de países como Alemanha, Suécia, Holanda, Portugal, Espanha e Grécia.
O encadeamento produtivo é uma resposta viável para que as empresas brasileiras de pequeno porte se tornem mais competitivas. “Com certificados de qualidade e segurança jurídica para fornecer às grandes empresas, como a Petrobras, aquelas de pequeno porte terão padrão de qualidade que as qualificarão com fornecedoras em qualquer parte do planeta”, prevê o diretor do Sebrae.
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